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Cidades

Bebedouro e Pitangueiras estão entre as 50 cidades que mais geraram empregos em São Paulo em 2026

Bebedouro acumula saldo positivo de 1.431 empregos e Pitangueiras registra 1.271 vagas de janeiro a agosto; Viradouro criou 32 postos de trabalho no período, mas perdeu 41 somente em agosto, segundo o Novo Caged.

Dados do Novo Caged mostram a geração de empregos em Bebedouro, Pitangueiras e Viradouro em 2026.

Bebedouro e Pitangueiras estão entre os 50 municípios paulistas com os maiores saldos de empregos com carteira assinada nos primeiros oito meses de 2026. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Entre janeiro e agosto, Bebedouro registrou saldo positivo de 1.431 empregos formais, ocupando a 39ª posição no ranking estadual. Pitangueiras aparece na 47ª colocação, com 1.271 postos de trabalho criados no mesmo período.

Já Viradouro, embora tenha encerrado os primeiros oito meses do ano com saldo positivo de 32 empregos, apresentou resultado negativo em agosto, quando os desligamentos superaram as contratações.

Os números revelam diferentes cenários no mercado formal de trabalho dos três municípios.

G NOTÍCIAS | ENTENDA OS DADOS

O que observar no mercado de trabalho?

Três indicadores ajudam a interpretar os resultados dos municípios.

Admissões Entrada de trabalhadores no emprego formal
Desligamentos Encerramento de vínculos de trabalho
Saldo Diferença entre entradas e saídas
ⓘ O saldo positivo indica mais admissões do que desligamentos. O negativo indica o contrário.
G NOTÍCIAS | RAIO-X REGIONAL

Explore os empregos na região

Janeiro a agosto de 2026. Selecione um município para consultar seu saldo de empregos formais.

Bebedouro 39ª posição estadual
+1.431
Saldo acumulado de empregos formais
Bebedouro está entre os 50 maiores saldos de empregos do estado de São Paulo.
Como interpretar: a barra compara os saldos absolutos entre os três municípios. Não representa uma taxa de emprego proporcional à população.
Fonte: Novo Caged / Fundação Seade.
Elaboração: G Notícias.

Bebedouro criou 1.431 empregos e aparece entre os destaques paulistas

Bebedouro apresentou saldo positivo de 1.431 empregos com carteira assinada entre janeiro e agosto de 2026, alcançando a 39ª posição entre os municípios paulistas com maior geração líquida de postos de trabalho.

Além do resultado acumulado, o município também aparece no ranking específico de agosto, quando registrou 256 empregos formais a mais, ocupando a 36ª posição estadual.

O resultado indica que, nos dois períodos analisados, o número de admissões superou o de desligamentos na cidade.

Pitangueiras também se destaca com saldo positivo de 1.271 empregos

Pitangueiras também integra o grupo dos 50 municípios paulistas com maiores saldos positivos de empregos formais em 2026.

Segundo o levantamento, a cidade registrou 1.271 postos de trabalho criados entre janeiro e agosto, ocupando a 47ª posição no ranking estadual.

O saldo corresponde à diferença entre admissões e desligamentos registrados no período.

Embora não apareça entre os 50 municípios com maiores saldos especificamente em agosto, Pitangueiras figura entre os destaques estaduais no acumulado dos primeiros oito meses do ano.

Viradouro criou 32 empregos no ano, mas perdeu 41 vagas em agosto

Em Viradouro, os números mostram um cenário diferente do registrado em Bebedouro e Pitangueiras.

De janeiro a agosto de 2026, o município contabilizou 1.064 admissões e 1.032 desligamentos, resultando em saldo positivo de 32 empregos com carteira assinada.

Apesar do resultado positivo no acumulado, o município apresentou retração no mês de agosto.

Somente naquele mês, foram registradas 60 contratações e 101 desligamentos, resultando no fechamento líquido de 41 postos de trabalho.

O resultado negativo de agosto reduziu o saldo acumulado de Viradouro, que permaneceu positivo nos primeiros oito meses do ano.

Indústria e comércio concentram perdas de empregos em Viradouro

A análise específica de agosto revela que quatro dos cinco grandes setores econômicos de Viradouro apresentaram mais desligamentos do que admissões.

A indústria registrou o maior saldo negativo, com 18 postos de trabalho fechados. Em seguida aparece o comércio, com perda líquida de 16 empregos.

A agropecuária e a construção civil também encerraram o mês com saldos negativos de cinco empregos cada.

Por outro lado, o setor de serviços foi o único a apresentar resultado positivo, com três vagas criadas.

MERCADO DE TRABALHO | AGOSTO DE 2026

Viradouro perdeu 41 empregos formais

Indústria e comércio concentraram os maiores saldos negativos.

60
Admissões
101
Desligamentos
-41
Saldo
SetorAdmissõesDesligamentosSaldo
Indústria1735-18
Comércio2036-16
Agropecuária27-5
Construção civil27-5
Serviços1916+3
Total60101-41

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego — Novo Caged, agosto de 2026.

Ao final de agosto, Viradouro apresentava um estoque de 2.547 vínculos formais de emprego, segundo o levantamento.

Embora o acumulado de janeiro a agosto seja positivo, os resultados de agosto mostram que o município enfrentou uma redução de postos de trabalho naquele mês, especialmente na indústria e no comércio.

MERCADO DE TRABALHO | JANEIRO A AGOSTO DE 2026

Geração de empregos na região

Compare o saldo de empregos formais em Bebedouro, Pitangueiras e Viradouro.

Bebedouro
+1.431
39ª posição
Pitangueiras
+1.271
47ª posição
Viradouro
+32
Fora do Top 50
Município Saldo Ranking SP
Bebedouro +1.431 39ª
Pitangueiras +1.271 47ª
Viradouro +32 Fora dos 50

Fonte: Fundação Seade / Ministério do Trabalho e Emprego — Novo Caged, janeiro a agosto de 2026.

Nota: os valores representam o saldo entre admissões e desligamentos. Os municípios possuem portes e estruturas econômicas diferentes.

Além disso, é importante considerar que os municípios possuem populações, quantidades de empresas e estruturas econômicas diferentes. Por isso, os saldos absolutos não permitem, isoladamente, avaliar o desempenho proporcional do mercado de trabalho de cada cidade.

Ribeirão Preto e outras cidades da região também se destacam

Outros municípios da região aparecem entre os maiores geradores de empregos formais de São Paulo.

Ribeirão Preto ocupou a sétima posição estadual entre janeiro e agosto, com saldo positivo de 5.030 postos de trabalho.

Franca apareceu na oitava colocação, com 4.893 empregos, enquanto Pontal registrou saldo positivo de 1.458 vagas, ocupando a 38ª posição.

Os resultados integram o levantamento estadual sobre os municípios com os maiores saldos positivos de empregos formais no período.

São Paulo cria mais de 306 mil empregos em 2026

O estado de São Paulo registrou saldo positivo de 306.883 empregos com carteira assinada entre janeiro e agosto de 2026.

Somente em agosto, foram criadas 42.533 vagas formais no estado.

No mesmo mês, o Brasil registrou saldo positivo de 165.827 postos de trabalho. Já no acumulado dos oito primeiros meses do ano, foram criadas 1.134.033 vagas no país.

Dessa forma, São Paulo respondeu por aproximadamente 27% do saldo positivo de empregos formais registrado no Brasil entre janeiro e agosto.

O setor de serviços liderou a geração de vagas no estado durante agosto, com 30.106 postos de trabalho.

Em seguida aparecem o comércio, com 5.092 vagas; a construção civil, com 2.728; a agropecuária, com 2.687; e a indústria, com 1.916 empregos.

Em todos os períodos, houve crescimento na criação de vagas de emprego no estado. Foto: Divulgação/Governo de SP

Salário médio de admissão em São Paulo supera média nacional

O levantamento também aponta que São Paulo registrou o maior salário médio de admissão do país em agosto de 2026, com remuneração inicial de R$ 2.725,54.

O valor ficou aproximadamente 13% acima da média brasileira, de R$ 2.410,74.

O indicador considera a remuneração dos trabalhadores admitidos durante o período e não representa o salário médio de todos os profissionais empregados.

O que é o Novo Caged?

O Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados é um levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego que acompanha a movimentação do mercado formal de trabalho brasileiro.

A base reúne informações sobre admissões e desligamentos, permitindo calcular o saldo de empregos por município, estado e atividade econômica.

Quando as admissões superam os desligamentos, o saldo é positivo. Quando ocorre o contrário, o resultado é negativo.

Os dados não abrangem todas as formas de trabalho, como atividades informais e parte das ocupações autônomas.

Além disso, os resultados podem passar por atualizações posteriores em razão de ajustes nas informações enviadas pelos empregadores.

Fontes: Fundação Seade, Ministério do Trabalho e Emprego — Novo Caged, competência agosto de 2026; Governo do Estado de São Paulo.

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